Menina de 12 anos supera QI de Einstein e Hawking

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Uma menina de 12 anos de idade, chamada Nicole Barr, que vive em uma comunidade do Canadá, alcançou a marca incrível de 162 pontos no teste de QI da Mensa (sociedade que reúne pessoas com alto QI). Esse número fez com que a garota batesse os gênios AlbertEinstein e Stephen Hawking por dois pontos.

Barr fez o teste depois de seu pai ter suspeitado que sua memória impressionante poderia qualificá-la para a ilustre sociedade, que só aceita pessoas que estão na parcela dos 2% da humanidade, com altíssimos números de QI. Um resultado que identifique um “gênio” normalmente é qualquer um acima dos 140 pontos. A média é de 100 pontos.

Desde que o teste da garota foi feito público, ele ganhou manchetes ao redor do mundo. Mas na verdade, isso não quer dizer que ela é mais inteligente que Einstein ou Hawking – ou, ainda, não quer dizer que uma pessoa com um QI menor seja menos inteligente. Neurocientistas, nas últimas décadas, vêm mostrando que o QI (ou Quociente Intelectual), não diz tudo sobre a inteligência de uma pessoa. Esses testes, de fato, medem adequadamente a memória, habilidade matemática e raciocínios. No entanto, não são tão bons assim no que diz respeito à inteligência geral – que envolve a sincronia entre diversas áreas do cérebro ao mesmo tempo.

De acordo com Roger Highfield, do Museu de Ciências de Londres, autor de um estudo de 2012, a ideia de que um simples teste, como o QI, pode capturar todas as diferenças cognitivas e habilidades intelectuais das pessoas foi totalmente refutada.

No entanto, o QI ainda é um parâmetro muito utilizado para medir a intelectualidade de um indivíduo. E por isso, a façanha de Barr ao bater Einstein e Hawking não deixa de ser impressionante. “Quando eu descobri que havia tido essa pontuação, fiquei chocada”, disseBarr ao ‘The Western Daily Press‘. O sonho da garota é ser médica, e ela diz se dedicar muito aos estudos.

Até o momento, não se sabe se Barr foi aceita na Mensa, que conta com 120 mil membros ao redor do mundo. Destes, apenas 35% são mulheres e 8% crianças. [ScienceAlert]

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