Mulheres: 8 fatos sobre o sexo que você não sabia

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Há uma enorme falta de compreensão quando se trata da sexualidade feminina, desde o orgasmo até  a disfunção. Parte do problema é que os campos de ciência e investigação ainda são dominados por homens; não é uma coincidência que sabemos mais sobre o pênis do que o clitóris. Há também pouco conhecimento da anatomia feminina entre homens e mulheres.

Sorte para você, nós trouxemos alguns fatos pouco conhecidos sobre o assunto.

1. Orgasmo vaginal é na verdade um orgasmo clitoriano interno

A única finalidade do clitóris de uma mulher é o de proporcionar prazer. Aproximadamente 8.000 fibras nervosas sensoriais estão localizadas no clitóris, quase o dobro da quantidade encontrada na cabeça de um pênis. Mas há mais: O clitóris é na maior parte subterrâneo, o que significa que existe principalmente no interior da vagina. A massa circular sobre o exterior está ligada ao veio do clitóris interno, e estimular esse eixo seja com um pênis ou brinquedo sexual pode aumentar muito a estimulação.

2. Não são só os homens que querem

A ideia de que os homens são os únicos que pensam sobre sexo o dia todo é mais comum, (e o fato de que eles pensam no assunto uma vez a cada 7 segundos não foi provado pela ciência). Uma pesquisa recente de fertilidade feita pelo app Kindara descobriu que 53% das mulheres não estavam fazendo sexo tanto quanto elas gostariam. Na verdade, quase três quartos das entrevistadas gostariam de ter relações pelo menos 3 vezes por semana.

3. Já foi considerado loucura 

As mulheres que viviam no século 19 eram consideradas loucas por terem impulsos sexuais. O médico George Taylor chamou de histeria, um transtorno mental que incluía sintomas como “lubrificação vaginal excessiva” e “fantasia erótica”. O tratamento era feito com choques e massagem pélvica.

4. Mais fluídas

Em 2015, um polêmico estudo publicado no Journal of Personality and Social Psychology descobriu que as mulheres eram igualmente atraídas por homens e mulheres, indo tão longe a ponto de dizer que elas só poderiam ser gays ou bissexuais (umas mais, outras menos). Não é um estudo generalizável, mas ecoa um estudo anterior que sugeriu que mulheres evoluíram para ser mais “fluídas” do que os homens, como um mecanismo para reduzir o conflito e tensão entre as esposas em casamentos polígamos.

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