O maior arrependimento de Albert Einstein

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Einstein é considerado até hoje dono de uma das mentes mais brilhantes que já pisaram na Terra. Responsável por passos matemáticos e físicos importantes na história da humanidade, poderia ele se arrepender de algum feito seu? Curiosamente, sim.

Apesar de nunca ter participado diretamente do Projeto Manhattan – programa do governo americano que criou as primeiras bombas nucleares, durante a Segunda Guerra Mundial -, mas a criação das bombas foi algo que fez o cientistas se sentir culpado. Mesmo se quisesse participar do programa, Einstein não era considerado uma figura segura para essa tipo de projeto, e os cientistas que estavam se envolvendo diretamente no desenvolvimento das bombas sequer podiam conversar com o famoso físico.

Entretanto, Einstein acabou se envolvendo quando enviou uma carta para o Presidente Franklin Rossevelt, apressando-o e falando sobre a urgência que os Estados Unidos tinham em desenvolver a bomba atômica. Einstein escreveu a carta junto com Leo Szilard, depois de ficar sabendo que cientistas alemães haviam conseguido dividir o átomo de urânio.

Ainda que Einstein temesse o poder destrutivo das bombas atômicas, temia ainda mais que os alemães produzissem a bomba primeiro. No entanto, quando ficou sabendo que os Estados Unidos havia lançado a primeira bomba atômica em Hiroshima, o ressentimento tomou conta do físico. “Se eu soubesse que os alemães não iriam produzir a bomba, eu jamais teria mexido um dedo nesse sentido. Minha participação na produção da bomba atômica consiste em um ato único: eu enviei uma carta para o Presidente Roosevelt”.

Culpa ou não pela tragédia de Hiroshima, a pequena participação do físico na produção das bombas foi motivo para grandes dores de cabeça. [ListVerse, Discover]

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